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Mostrando postagens de novembro, 2024

A GENTE VIVE A VIDA DA GENTE

O sol aqui baixou e cae uma chuva fina. Uma chuva que não mete medo em ninguém. Digo isto diante das tempestades que a gente vê na televisão na hora dos noticiários. Mas também temos as noticias boas. E agora aqui estou diante do meu computador pessoal. E me lembro de gente no trabalho. As pessoas querendo viver a sua vida no seu lugar. Eu vi isso acontecer, e eu mesmo pouco pude fazer para que as coisas fossem diferentes. Mas quem lê bastante vê que certas coisas que os escritores falam são como certos acontecimentos que a gente mesmo vivencia. Essas coisas que certas pessoas querem provocar se as pessas conbinam que vai dar certo podem dar certo ou podem dar errado. Eu por mim, trabalhei intensamente. E no mundo do trabalho eu fiz o seguinte: cuidei do meu trabalho. E aqui estou, mas isso não é me gabar. Porque aqui eu aprendo até hoje. Não foi ninguém me atacando, é que as pessoas têm ponto de vista diferente sobre um mesmo acontecimento. Explicado isto, vou direto ao ponto que me c...

LEIA LIVROS

Segundo domingo de novembro de 2024. Tenho minhas ansiedades literárias. Na primeira semana de dezembro devo ficar sabendo o preço da Revista Literária CAFÉ-COM-LETRAS. Segundo me informaram os responsáveis pela publicação, eu estou publicado nas páginas de tal revista. Remeti o texto que escrevi, e eles me informaram que fui aprovado. Só nisso me alegrei bastante. Claro, quem escreve quer ser lido. Imagine se alguém se manifesta sobre este blog. Há espaço para isso. Só digo isso. Eu exultaria de contentamento, e diria nem que fosse só para mim mesmo: - Puxa, esforços recompensados, sou lido. Mas vamos falar sobre a escrita. Hoje em dia está cada vez mais difícil cativar os leitores. Olhe-se a realidade brasileira. Todos já sabemos que os escritos já não mudam nada. Muitos autores escritores escrevendo em causa própria. E esse o motivo de tantos escritos autobiográficos. Eu diria sobre a autobiografia, que ela realmente não serve para nada. E sobre os escritos de gente que quer alguma ...

PANORAMA

 Era os idos dos anos 1970. Chegava eu em Belo Horizonte. Fui estudar num colégio público. Tinha sido admitido lá por concurso público. Onde, para entrar era necessário só estudar e passar nas provas do concurso. Lá conheci alguns alunos. E nós, eu e eles, nos metemos numa pequena aventura. Que foi a fundação de um jornalzinho mimeografado. Eu dei o título do jornal: TRANSEUNTE. E a publicação só durou o número único em que o publicamos. Circulava então a ideia de que jornais como aquele tinha mesmo a duração de pouco tempo. E lendo isso, eu me senti um pequeno herói da literatura. O país vivia então uma implicância com a literatura que vinha do alto. Eu fui cuidar então da minha vida. Me empreguei num banco e acabei adoecendo. Sendo que o meu mal era já de origem genética. Hoje, mais esclarecido sobre mim, ainda sobrevivo e sonho. Não sou um derrotado. Moro vem, vivo bem. Se bem que convivendo com poucos. E tenho um lema: o pouco que me satisfaz. Assim o peso da existência se torn...