COMO SE ESCREVESSE UM DIÁRIO

Nos esqueçamos um pouco da literatura. E volvamos à vida. Falo porque acabo de escrever ali um texto em que recomendo que o autor procure além de nos dar beleza para ler, nos dê também uma lição de vida. E aí eu aplaudirei.

Eu gosto imensamente de textos comprometidos com a vida. Já deu para os leitores ocasionais verem como eu sou. Por isso conservei muito aquele amor à verdade que aprendi a ter quando estudei Filosofia. E sabem porque fui estudar Filosofia? Porque queria com aqueles estudos valorizar o que escrevo literariamente. E até ganhei prêmios avulsos antes de me tornar três vezes Acadêmico de Letras. É que os prêmios literários que ganhei facilitaram em muito o meu ingresso nas Academias de Letras e Artes. Eia, prá frente escriba. Falo comigo mesmo.

Mas vou confessar uma coisa: como eu gosto de escrever. 

E porque o amor à verdade? Bem, o amor à verdade Filosófica é difícil de alcançar. O amor à minha verdade existencial eu o detenho no meu coração. É quase igual o meu amor de verdade de minha vida. Claro, eu não me coloco aqui como num confessionário católico. Mas, de todo jeito eu me exponho ao julgamento de valores dos leitores. 

E estou todo exposto. Mas isto não quer dizer que quando sou poeta, contista e cronista eu estou sendo autobiográfico. De modo nenhum. Eu ainda tenho alguma imaginação. E ao fazer arte literária, ser poeta, contista e cronista, eu uso é esta imaginação.

E esta minha imaginação eu tenho formada por minhas dores e alegrias de vida. Claro, talvez seja preciso estar falando a algum par literário. Ou talvez algum jovem que queira ser  literato esteja me lendo e entendendo.

E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe. 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O CONFORTO DA ALMA

SEM ASSUNTO

NOME LITERÁRIO