CHEGANDO AO BRASIL
Venho aqui e escrevo com assiduidade quase sempre. Hoje estive pensando nos que consideram qualquer pensamento mais ou menos conservador, fora de moda. Fora de moda, talvez seja. Mas pensando assim fazem uma literatura para a moda. E o que é uma literatura para a moda. Talvez eu seja ousado de dizer que uma literatura fora de moda, seja aquela que trai os ensinamentos de algum mestre que sempre está no passado. Claro, os mestres levaram uma vida inteira para nos legar seus trabalhos, que chamamos de obras em cujas páginas eu já tive prazer. E no me deter neles eu tive um imenso prazer de lê-los, aos mestres. Ao mesmo tempo em que bebi nas suas páginas os mais sábios ensinamentos.
Procurei isto sim, no decorrer de minha vida, que ora chega aos 71 anos de idade, ler o que era indicado como o de melhor. Pouca coisa li de obras dos estrangeiros. E porque? Porque eu procurei saber da nossa realidade social. E o que eu chamo de nossa realidade social? Chamo assim o meu país. E nossa realidade social não é o nosso país?
Deste modo é que escrevo. Claro que não me pretendo o número um. Sou apenas mais um escritor. E pouco publico. Mas, também pouco escrevo. Hoje eu leio muito mais do que escrevo. E quando me canso, faço como os atletas, descanso.
E até agora conclui que o Brasil é mesmo aquele país que é mil, como ouvi o professor de filosofia Hugo Amaral dizer na FAFICH/UFMG. E deste dito eu não me esqueci.
Se algum dia, mudando um pouco de assunto, descobrirem este blog e julgarem-no interessante, digam que as pessoas que cito foram importantes na formação de minha visão de mundo.
E que Deus me abençoe. E que Deus nos abençoe.
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