FALANDO DO ESCREVER E ESCREVENDO
Como é bom estar aqui escrevendo. É como o Caetano Veloso que cantou: "Como é bom saber cantar e tocar um instrumento." Algo assim ele cantou. Eu o admiro muito enquanto artista que ele é. Está rico. Sem dúvida. Eu não escondo minha condição social. Eu sou classe média. E se não estou aqui, estou lendo. Hoje li uma coletânea de poemas de Adélia Prado. Ela é uma das grandes poetisas que aí estão. E agora vou ali tomar um café e comer um pão. Daqui a pouco eu volto.
Voltei. Os leitores que acaso me leiem, não vão poder saber se demorei. Mas isso não é o importante. O importante é saber que eu escrevo. No mais das vezes eu falo é de mim. Hoje, há pouco, estava realmente pensando em mim. No quanto trabalhei para ter o que tenho, e ser o que sou. Nesse jogo do ser e ter é que a gente sofre. Mas eu não vou remoer dores. Quero daqui em diante é ser cada vez mais feliz.
Estive pensando foi em rever algumas lições de língua. Principalmente a Língua Portuguesa Brasileira. Que me é tão cara. É com ela que eu, principalmente, me comunico. E esse blog não existiria se eu fosse analfabeto.
Já a minha filosofia de vida, é ser assim como eu sou. E nisso cada um é como Deus o fez. Eu creio em Deus, portanto para mim Deus existe.
E lá na minha terra do interior, que é uma cidade crescida, há inúmeras igrejas católicas. Foi onde eu rezei as minhas orações de menino. Creiam em mim, já não brinco com coisa séria. Aliás nunca brinquei com coisa séria.
Os meus escritos eu não sei se ficarão. Para a posteridade, é o que o quero dizer. Senão serão esquecidos, já que a minha personalidade é a de um homem comum, cidadão brasileiro. Cumpridor de suas obrigações e que sempre procurou andar no caminho reto.
E para andar corretamente em seu solo pátrio, abdicou de ter amizades. Porque o que mais encontrou em seu caminho foram os falsos amigos. E nesta vida andar com gente assim, o que há é o buraco pronto para nos engolir. E eu estou aqui aos setenta e um, vivo. Com poucas cicatrizes n'alma. E até mais.
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