ELE VINHA SEMPRE AQUI
Creio que posso me chamar de escritor. Não lá um desses maiores, que eu não o sou. Sem falsa modéstia, pois os grandes são os que conquistam muitos olhos. Olhos que o leiem sempre, com assiduidade. E tanta que ele está certo de sempre agradar. E quem sou eu?
Escrevo aqui sempre. Isto é certo. Mas sei que sou mais um. E a modéstia que me faz dizer o que digo é que não me deixa convencido de nada.
Eu hoje vim dar meu recado. Vou dizendo o que me ditam as palavras. Que afinal são as palavras que me movem enquanto escrevo. Querem algo mais obvio?
Impossível, pois um escritor sem palavras seria um ninguém. Estas palavras são as minhas, porque negá-lo.
Vou escrevendo esta postagem do jeito que posso. Se cheguei até aqui, vou dizer, é a minha vaidade que me move. Um pouquinho de vaidade eu tenho. A de ser escritor, posso até ser um escritor sem leitor. Que fazer? Ninguém é obrigado a nada neste blog.
Mas hoje estou triste. Já fiz a nota de falecimento do chofer que me conduzia ao médico. Um deles. Agora faço este registro de minha tristeza por isso. Realmente o fato me entristeceu. Mas, que fazer? Isto passa. E todos nós temos sentimentos. E tenho dito. Que Deus me abençoe. Que Deus nos abençoe.
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