HÁ GÊNIOS POR AÍ

 Escrever diariamente minhas notas, aqui, me custa uma parcela de tempo. Tempo que gasto com prazer. E hoje eu ainda não sei sobre o que escreverei. Então vou improvisando minhas palavras. Que não coloridas, nem mágicas. Antes o fossem, assim eu seria deveras um feiticeiro. Sou um simples mortal que não quer glória, se tiver uma porção de fama, que seja como blogueiro. E assim me construo diariamente. O que me falta é a certeza de que escrevo para alguém. Mas, pulemos este ponto. Se algum dia me vierem leitores, ei de me alegrar. E porque não?

Mas, convenhamos, palavras que afinal gastas com o tempo, o vento levará. Não devemos dizer que não. Pois entre qualquer um numa livraria, e lá verá a quantidade de livros à disposição da escolha do leitor. Tudo palavra em vão? Claro que não. Senão ninguém se lembraria de William Shakeaspeare. Claro que sei minha estatura. Não tenho a genialidade do vate inglês. E não pense alguém que estou para brincadeira. Que não estou.

Acredito até que quando alguém de gênio se dispõe a escrever, o faz com vaidade. Ou o faz sem se preocupar com o seu QI.  Aliás esta questão de QI, tem ocupado muita conversa de sala de visitas. Que não resultam em nada.

A nossa língua portuguesa brasileira tem seus gênios, eu não nego. Mas eles escrevem e muitíssimo bem em outras paragens.

E decerto é fácil reconhecer uma escrita de gênio. Eles os gênios de nossa língua são modestos. Eu disse modestos, não tristes, nem tímidos. E tenho dito. E que Deus nos abençoe.

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