DAR TEMPO AO TEMPO
Onde os amigos? Já os tive. Ou pensei que os tive. Na verdade, os amigos na minha vida só vieram quando eu podia ir à farra com eles. E como iam à farra, eles. Hoje os meus verdadeiros amigos são os livros que leio. E até foi lendo-os que me imaginei escritor. E aqui estou. Um tanto sem assunto hoje, mas vou fazendo meu arroz com feijão nas letras. E me imagino lido, se o sou não sei. Mas ser lido às vezes para uma estrada onde nos condicionamos bastante. Claro só o fato de escrever, para um autor de sucesso, já é condicionado pela necessidade de inovação. Inovação na minha escrita, para saciar o leitor.
A não ser que conseguimos cativar leitores fãs. Os leitores fãs são os melhores. Melhores para o nosso ego. Olha, estou escrevendo para alguém!
Se é um conto o que escrevemos, procuramos a cada forma, trazer um tom de novo.
Até na poesia podemos inovar, desde que a inovação parta de nós. Isso que estou escrevendo aqui nesta postagem, eu não sei o que é.
Fiquei bastantes dias sem vir e escrever. Vou repetir uma coisa que sempre falei. Eu não escrevo para ser o melhor. Não acredito em ser o melhor escritor. Devo muito a outros escritores, que através da publicação exposta nas livrarias eu pude comprar e trazer comigo. Tenho as estantes onde guardo os livros que adquiri. E assim vou lendo-os e relendo-os.
Quando estou só, faço destes momentos meus melhores momentos. Pois leio. E leio os meus mestres. E não sei se posso me chamar de aprendiz de feiticeiro. Porque com o que escrevo não enfeiticei ninguém.
Eu diria: é uma pena! Mas convivi com uma pessoa muito interessante que me disse:
- Dê tempo ao tempo!
E conclui: para tudo na vida devemos dar tempo. E tenho dito. Que Deus nos abençoe.
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