DO ARREPENDIMENTO

Tenho ouvido e notado que nunca se falou tanto do arrependimento. Que vim e resolvi escrever sobre o arrependimento. Para quem já se arrependeu de tantas coisas e sabe o que é o pós-arrependimento eu me parece ser fácil tal escrita. Mas não é, acreditem-me.

E aqui estou, eu crescido enquanto pessoa. E não vou dizer que não ouvi algo sobre agora mesmo. Porque ouvi e dei opinião sobre o arrependimento. E minha opinião me saiu sem nenhuma dor. O que me torna para mim mesmo muito próximo daquela pessoa sinceramente arrependida. E lhes conto uma coisa, posso dizer que o jugo me é fácil de suportar. Claro, a gente se arrepende mas não se esquece. O que é saudável, porque aí a gente não repete o erro. E podem perguntar se eu repeti meu erro. Ou se, ao menos em brincadeira sugeri vontade de errar. Claro que não e por isso vivo em paz comigo mesmo.

Agora todo arrependimento autêntico e sincero os outros não notam porque não querem. Não me venham com essa de que não notam porque os credos religiosos são diferentes. Temos uma constituição republicana que permite liberdade de crença e de direitos sociais. Para que? Para que possamos conviver.

Na minha religião, a religião católica, até pouco tempo divulgou-se o lema: Viver e conviver. Não sei porque o lema não avançou em nosso meio. Talvez por causa da malícia humana. O lema divulgado por uma religião poderia parecer um convite a acabar com as outras crenças. Do jeito que funciona a mente humana. Ou então eu fui longe agora. E tenho dito.

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