VIVER E ESCREVER
Ontem foi feriado religioso por aqui, e por boa parte do país Brasil. Eu senti saudades do meu blog. Que é onde eu costumo despejar meu português brasileiro. Não trago nada de novo comigo. Estou aqui no velho esquema de palavra puxa palavra. Escrevo porque gosto de escrever. E depois me sinto até melhor do que antes. Mas não estou dizendo que faço aqui terapia. Porque escrever para mim não é descarregar mágoas. Até pelo contrário, se fosse para descarregar mágoas eu seria um fracasso. Porque não sinto mágoas de ninguém.
O sentimento puro, quero dizer, aquele sentimento purificado pelas orações a Deus me leva à máxima de Cristo: Amai o próximo como a si próprio.
E deixei o segundo parágrafo desta postagem porque os padres católicos o desenvolvem melhor em seus escritos. Digo porque li alguns livros destes padres. E foi de um deles, o do Padre Fábio de Melo que retirei um dito: Somos frágeis. E emendo: somos frágeis mesmos.
Mas já que toquei no assunto livros, eu vou ler agorinha mesmo um livro intitulado A ARTE DE VIVER. Eu sei alguma coisa da vida. Mas da minha vida e de quem passou por ela. Agora abstrair o pensamento em torno da arte de viver e extrair lições de vida, só se faço isso e não sei. Se for o caso, acho que ainda não pequei contra o bom comportamento. Nem contra o bom pensar. Claro vivendo a gente comete um ou outro erro. É por isso que existem os analistas. E depois de tudo para quem escreve, vêm em nosso socorro os biógrafos a esmiuçar e dessecar nossas vidas. Isso quando merecemos.
Mas quanto a merecer, na estória de minha vida, tudo o que me veio foi por merecimento. E tenho dito.
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