POR QUE ESCREVO?

Estive aqui me perguntando seriamente por que escrevo. Lendo meus escritos talvez o leitor os ache muito superficiais. E diga de si para si:

- Este escritor não tem um motivo sério para escrever.

Mas, eu tenho meus motivos para escrever. E é sobre isto que estou falando. Minha alma é repleta de meus assuntos e temas. Um dia estou mais inspirado, outro não. Claro, mesmo com todos os motivos, eu preciso também de inspiração.

Mas motivos não é o meu caso de sair em busca de motivos. Já disse que aposentado muitas vezes me divirto escrevendo. Mas esse é um dos meus momentos de escrita. E para completar digo que nem sempre estou procurando agradar de maneira fácil.

O motivo, a motivação. Vamos primeiro falar de motivação. A minha motivação vem da infância. Ganhava de meus pais livros que me prendiam a atenção. E lia-os já com o desejo de ser escritor. E esse desejo me perseguiu a vida toda. Até que num momento surgi como escritor. E conto esta estória para quem me pergunta onde surgiu em mim o escritor.

Agora responder porque escrevo, para mim é difícil. Alguns escritores dizem deles que nasceram para escrever. Eles se tornam consagrados pelo público e puxam o cordão dos jovens escritores, os que estão em formação. São ambos admiráveis. Como são admiráveis na verdade todos os escritores.

E vejam, acabarão falando que eu não tenho motivo para escrever. Digo para me satisfazer a alma eu escrevo. Se acreditam ou não, é outra estória. Mas não só satisfaço minha alma, escrevendo tenho uma atividade. 

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