ESCREVA, COLEGA
Certa vez, li um livro que se intitulava "Palavra puxa palavra". Era um livro modesto, mas de conteúdo rico. Li saboreando tudo o que estava escrito no livro. Era um dos momentos que eu vivia no trabalho numa hora vaga. Um colega meu daquela época me pediu para ver a capa. Eu a mostrei a ele e ele me prometeu que iria comprar um exemplar para ele. E, passou o tempo. Além de colega na empresa, ele se tornou também colega de escrita literária. E com isso eu me alegrei.
Claro que me alegrei, porque criamos mais um laço de relacionamento. Toda vez que eu precisava de alguma sugestão de leitura, ele me a dava. E vice versa.
Não transgredimos nenhuma norma dentro da empresa. Em pouco tempo lá uma jovem recém-formada em Comunicação e muito ligada à área literária, fundou uma publicação na empresa. E uma das primeira notícias que a publicação dela deu, foi sobre eu e meu colega. Eu e ele fomos comemorar num bar, tomando uma cerveja.
Aqui eu me lembro da fala de um desses escritores consagrados. Dizia ele:
- O bar é necessário.
Claro que não tomamos nenhuma bebedeira. O que para nossa saúde foi bom. Mas comemoramos e a comemoração valeu como uma festa. Festa sadia. Diga-se. E tudo isso é o que nos inspira, eu aqui e ele lá nos escritos dele. Já pensaram: quanto mais gente escrevendo, melhor.
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